"O Eu Me Deixo Curar começou dentro do útero dessa mulher chamada mãe. Um útero que gera. O nosso útero foi nos dado para gerar. Gerar vida. Gerar pessoas, filhos, gerar projetos. Gerar uma história e deixar um legado.
O Eu Me Deixo Curar começou para mulheres. E com o passar dos anos, quando meu esposo, pastor Ledilson, compreendeu onde eu e ele nos encaixávamos ministerialmente, foi exatamente quando Deus disse a ele: 'Ledilson, você sempre quer falar de guerra. E a Juliana sempre quer falar do jardim, do tempo a sós com Deus como jardim, do lar como jardim. Deixa eu te contar, Ledilson, que a guerra é do portão de casa para fora. E o jardim é do portão de casa para dentro.'
Quando Deus falou com o Ledilson, aquilo que Deus estava dando a ele — uma mensagem sobre a valentia do homem, uma mensagem sobre o homem ter voz, ter alegria, ter destreza — depois disso, o Eu Me Deixo Curar começa a se tornar família.
Quando tudo isso começou em 2009, de imediato as mulheres começaram a pedir ajuda com relação aos seus maridos. E nós levantamos uma intercessão e uma oração por homens muito tempo. Muitos anos. Esse é o 18º ano.
Quando as mulheres foram entendendo o seu alinhamento dentro de casa, foram respeitando os seus maridos, e quando o meu marido entendeu que o papel dele do portão de casa para fora era guerrear pela proteção dessa família — o Eu Me Deixo Curar tem trazido tudo isso para um lugar de família. Uma mulher curada cura toda a sua casa e toda uma geração."